terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Fim de Ano!!!!

Boa tarde Galera!!!!

Sei que ando ausente, mais vocês sabem como é.....fim de ano chegando, e apesar de ter ficado apenas em uma matéria de exame (CGA) e que fechei sem muitas dificuldades.....no fim de ano tudo é corrido....trabalho, férias, etc....ainda mais quando o "fim do mundo" está para acontecer!!!! rsssss

Bom, hoje é dia 18/12/2012, e faltando apenas 3 dias para este "fim do mundo", deixarei aqui os meus votos de feliz natal e próspero ano novo (caso ele aconteça!!!!) a todos!


Brincadeiras a parte galera, vou encerrando este ano por aqui, porém, caso encontre algo interessante na net ou em qualquer outro lugar, é claro que não deixarei de postar e compartilhar com vocês!

Espero que todos tenham ido bem nas provas de exame e subs.

Até o ano que vem galera, se DEUS quiser!!!

Um grande abraço a todos!




terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Aula de Engenharia com a LEGO

Excelente matéria que retirei do Blog do nosso amigo Tiago Ferrs!

A matéria é a respeito da altura máxima que é possível alcançar com uma torre de Lego. Faz ideia?




Todo material usado em construções tem um limite teórico em que ele não pode mais ser utilizado: em algum ponto, o peso do material que está por cima é suficiente para quebrar o que está em baixo. Agora, uma equipe deengenheiros descobriu qual é esse limite para o Lego — e ele é mais alto do que você imagina.
Um time de pesquisadores da Open University do Reino Unido decidiu solucionar as especulações — que incluem debates quentes no Reddit — abordando a questão cientificamente. De acordo com uma reportagem da BBC, foi assim que eles fizeram.

Sob pressão

Para descobrir o quão alta uma torre pode ser antes de se quebrar, você precisa saber duas coisas: a massa do material e a tensão de escoamento — esta última define quanta carga um material pode suportar até que ele comece a se deformar.
Para resolver essa questão, você precisa de um equipamento sofisticado: uma máquina de testes hidráulicos. Então, os engenheiros pegam o espécime a ser testado — uma pecinha 2×2 de Lego — e a colocam no dispositivo. Aí eles começaram a espremê-la até as coisas começarem a ficar interessantes. Eles adicionaram 350kg e se perguntaram se estavam fazendo algo de errado. A carga precisou chegar a 430kg para o bloquinho começar a ceder lentamente — o que é chamado de deformação plástica.
Não é barulhento nem dramático, mas é, definitivamente, o fim de uma pecinha de Lego, como você pode ver na foto: ela foi espremida até ficar plana. Outros experimentos confirmam que o tijolinho médio de 2×2, que é feito de plástico ABS, pode suportar 430kg.

Faça as contas

Agora que você já sabe qual a carga máxima que uma peça pode suportar, calcular a altura máxima da torre é relativamente fácil. Uma pecinha como a testada pesa apenas 1,152 gramas. A partir disso, você pode descobrir quantos bloquinhos serão necessários para criar o peso de 430kg que a primeira peça pode suportar.
Para poupar você de abrir a calculadora, a conta dá 375 mil pecinhas. Você pode empilhar trezentos e setenta e cinco mil tijolinhos de 2×2, um sobre o outro, antes que o primeiro quebre como nos experimentos. Multiplique esse número pela altura de cada pecinha — que é 9,6mm — e você verá que, teoricamente, pode-se criar uma torre de 3.591 m até que tudo dê errado.
É bom lembrar que construtores experientes de Lego têm uma série de técnicas de montagem para criar torres gigantes e minimizar a massa. Além disso, os pesquisadores ainda acreditam que pecinhas de 1×2 podem suportar ainda mais. Então, teoricamente, uma torre ainda mais alta poderia ser feita.
Isso tudo é, no entanto, teoria. Na prática, montar uma torre de mais de três quilômetros seria impossível: na vida real, a carga não seria perfeitamente igual ou simétrica, fazendo com que até as menores imperfeições tivessem seus efeitos amplificados. É uma pena.

Excelente dica para estudos

Pessoal, segue excelente site para ajuda nos estudos:


http://www.fundacaolemann.org.br/khanportugues/


segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

okuadro.com

Pessoal, segue matéria que saiu no site do Jornal da Globo com mais uma opção para nos ajudar nos estudos:

A matéria na integra segue abaixo e também o link:

http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2012/11/casal-cria-site-para-ajudar-alunos-da-rede-publica-de-ensino.html


Endereço do site: okuadro.com



Casal cria site para ajudar 

alunos da 





rede pública de ensino

Aulas são gravadas na casa do engenheiro e da bióloga.
Por dia, são mil acessos de todo o Brasil e também de outros países.

Patrícia TauferSão Paulo, SP

Ajudar alunos do ensino médio de escolas públicas sem cobrar nada por isso. Com esse objetivo, um casal montou um site que está fazendo a diferença na vida escolar de muita gente.
Pense em assuntos espinhosos, questões avançadas de matemática, física, química e biologia. Em um site que é misto de rede social, tudo parece ficar mais simples.
A semelhança com as aulas de Salman Khan não é mera coincidência. O americano que virou referência mundial ensinando a sobrinha pela internet, e que já tem site até em português, foi a inspiração do casal fundador do site. “A gente fez algumas adaptações para o modelo da educação brasileira. Eu cheguei a montar um site, apesar de não saber nada de programação”, diz o engenheiro Bruno Werneck.
As aulas são gravadas em casa mesmo. O estúdio fica em um dos quartos do apartamento. O material de trabalho é uma placa digitalizadora, que custou R$ 200, e um fone de ouvido com microfone, outros R$ 30, tudo ligado a um computador.
Lucimara Werneck é bióloga formada na Universidade Federal de Minas Gerais. Bruno é engenheiro do ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica). Os dois vieram de escolas públicas e o caminho até a faculdade não foi fácil. Eles usaram muito da experiência pessoal para criar o modelo de aulas do Kuadro.
“A gente vê que o aluno tem dificuldades às vezes em trechos específicos, em tópicos específicos da matéria. O vídeo de cinco minutos foca toda a atenção em uma parte do conteúdo somente”, diz Lucimara.
Por dia, são mil acessos de todo o Brasil e também de países como Rússia, Portugal e Angola. Bruno e Lucimara nem têm ideia de quantos ajudaram até agora. “Já teve a situação de um pai me parar na rua e dizer ‘olha, obrigado, porque agora o meu filho estuda, ele é outro aluno na escola’", diz Bruno.